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HIDROVIAS

Obras de derrocamento do pedral de Nova Avanhandava são iniciadas

  • Publicado: Quinta, 23 de Fevereiro de 2017, 16h08
  • Última atualização em Quarta, 15 de Março de 2017, 18h10
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Com investimento de R$ 181,5 milhões, projeto garante o aumento da profundidade no trecho de 10 km da hidrovia Tietê-Paraná

23.02 Foto mapa
O ministro dos Transportes, Portos e Aviação Civil, Maurício Quintella, acompanhado pelo governador do estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, participou nesta quinta-feira (23) em Buritama (SP) da cerimônia de autorização para início de obras do derrocamento do pedral de Nova Avanhandava, na hidrovia Tietê-Paraná, próximo às hidrelétricas Três Irmãos e Ilha Solteira. Os trabalhos retirarão rochas ao longo de 10 quilômetros do rio, garantindo uma profundidade de pelo menos três metros, contribuindo para a navegabilidade da hidrovia mesmo em períodos de baixa incidência de chuvas.

A obra será realizada pelo consórcio Queiroz Galvão/Cetenco, vencedor do processo licitatório realizado em junho de 2016 pelo Departamento Hidroviário do Estado de São Paulo (DH-SP). Com investimentos previstos de R$ 181,5 milhões, a expectativa é de que a derrocagem seja concluída até agosto de 2019.

Serão retirados mais de 700 mil metros cúbicos (m³) de rochas que têm impedido a travessia de embarcações no trecho, prejudicando o escoamento da produção pela hidrovia. O derrocamento beneficiará diretamente os estados de São Paulo, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, que utilizam o rio Tietê-Paraná para vazão de grãos e outros insumos, em direção ao Porto de Santos.

Segundo o ministro Quintella, esta é uma obra fundamental para o setor produtivo da região, devido ao aumento da capacidade da hidrovia. “O derrocamento proporcionará a ampliação do período de navegação pela hidrovia, permitindo que, durante todo o ano, mesmo em períodos de baixa incidência de chuvas, as embarcações transportem as cargas ao longo deste trecho. A obra contribuirá tanto para economia de São Paulo, berço da hidrovia, quanto para outros estados atendidos diretamente pelo rio e para todo o país”, avaliou.

A intervenção faz parte de um rol projetos que compõem o Protocolo de Intenções firmado entre o Ministério e o Governo do Estado de São Paulo, com vigência até 2020.

TIETÊ-PARANÁ - A hidrovia Tietê-Paraná é considerada uma via fundamental para o escoamento da produção agrícola dos estados do Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e parte de Rondônia, Tocantins e Minas Gerais. De acordo com o relatório da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), que demonstra o desempenho do setor no último ano, a hidrovia alcançou uma evolução significativa. Registrou um aumento de 36% do volume de cargas mesmo após o período de crise hídrica, ocorrido entre os anos 2014 e 2016, transportando mais de 6 milhões de toneladas de produtos e insumos.

Fotos: Edsom Leite - Ascom/MTPA (Veja mais no Flickr)

Assessoria de Comunicação
Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil
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