Ir direto para menu de acessibilidade.
Início do conteúdo da página
Últimas notícias

Entidades gaúchas propõem mudanças nas regras de pesagem de cargas

O ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento, recebeu, nesta quinta-feira (17), os senadores Blairo Maggi (PR-MT) e Ana Amélia Lemos (PP-RS) e a bancada gaúcha da Câmara Federal. Os parlamentares acompanharam empresários de diversos setores ligados à produção, que reivindicaram alterações na resolução que rege as tolerâncias e limites de peso no transporte rodoviário de carga.
  • Publicado: Quinta, 17 de Março de 2011, 21h00
  • Última atualização em Quinta, 17 de Março de 2011, 21h00

O ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento, recebeu, nesta quinta-feira (17),  os senadores Blairo Maggi (PR-MT) e Ana Amélia Lemos (PP-RS) e a bancada gaúcha da Câmara Federal. Os parlamentares acompanharam empresários de diversos setores ligados à produção, que reivindicaram alterações na resolução que rege as tolerâncias e limites de peso no transporte rodoviário de carga.

O principal ponto discutido na audiência foi o aumento do percentual de tolerância de sobrecarga. Atualmente, um caminhão pode transportar até 7,5% a mais de carga que a quantidade regulamentada sem que seja multado. Porém, segundo as empresas, haveria imprecisão das balanças responsáveis pela pesagem do eixo dos caminhões, cujo índice varia de 8% para mais ou para menos. Assim, para que sejam evitadas multas indevidas, os empresários pediram um aumento do percentual de tolerância para 10%.  

Os representantes das empresas aproveitaram para pedir balanças mais precisas na pesagem das cargas. Segundo os empresários, para que sejam evitadas multas devido à imprecisão das balanças, as empresas  costumam carregar nos caminhões cerca de 8% menos carga do que a quantidade permitida por lei. Isso faz que as empresas brasileiras se tornem menos competitivas que as argentinas e americanas.

Nascimento decidiu consultar a área técnica do Ministério e órgãos vinculados para buscar possíveis soluções. “Vou marcar reuniões com o DNIT, a ANTT e o Contran, nas próximas semanas, para ver o que pode ser feito”, afirmou o ministro.

registrado em:
Assunto(s): Notícia
Fim do conteúdo da página